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De virada, pra final

Fonte: Papo de Volei em 28/10/2018
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Audax/Osasco 3x2 Hinode Barueri
Golden Set: 25x16

vôlei feminino
Terminado o Mundial, voltamos a encarar a realidade do vôlei brasileiro.

E a realidade nos leva ao campeonato Paulista, cujo primeiro finalista foi definido neste sábado após a vitória do Audax-Osasco sobre o Barueri.

Nas últimas semanas vinha acompanhando alguns jogos do Paulista e, dentre as equipes observadas, o Osasco me parecia a mais irregular. Luizomar, para variar, lutava contra suas próprias indefinições na ponta e, apesar do troca-troca, não conseguia encontrar um equilíbrio entre a força ofensiva e a segurança no passe. Era Mari PB, Leyva e Paula Pequeno se intercalando na missão sem muito sucesso. Para dificultar, Claudinha mantinha o seu padrão de não ter nenhum padrão.

E foi assim no primeiro jogo das semifinais e no início do segundo encontro com o Barueri. O time parecia perdido e derrotado após o terceiro set contra um Barueri que, apesar de não ser nenhum exemplo de regularidade, mostrava-se bem organizado, sobretudo nos contra-ataques. Por isso, foi bastante surpreendente a virada que o Osasco conseguiu para chegar à final do Paulista. 

E a virada veio, principalmente, pelo saque. Quando o fundamento começou a entrar, tirando a bola da mão da Dani Lins, o Osasco começou a crescer no bloqueio e defensivamente. Com o passe quebrado, as limitações no ataque de Maira e Amanda ficaram mais evidentes e o jogo do Barueri teve que se concentrar na oposta Skowronska, que segurou a sobrecarga até certo ponto. Depois, acabou por ser vítima do bom bloqueio da Wal. 

Enquanto o ataque do Barueri se restringia cada vez mais, o Osasco foi ganhando novas opções. Paula e Leyva mostraram-se boas saídas para acompanhar a Lorenne que vinha sendo a principal definidora do time. A oposta, por sinal, fez uma ótima partida, lembrando os bons tempos de Sesi e porque sempre foi considerada uma jogadora com potencial.

Nem mesmo as trapalhadas da Claudinha com a Wal foram capazes de tirar o Osasco do caminho pra vitória. O Barueri se desestruturou fortemente por conta dos problemas de passe e foi acumulando erros atrás de erros que o tiraram da briga pelo Golden set.  

Na final, Osasco enfrenta o vencedor de Sesi/Bauru x Pinheiros. 
 
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Inicialmente, o Barueri parecia não ter sido muito afetado com mudanças no time titular com as chegadas das selecionáveis Dani Lins, Thaisa e Amanda. Tinha mantido sua organização e estrutura e, as três, tinham tudo para acrescentar maior qualidade e segurança à equipe. Mas individualmente, Dani e Amanda deixaram a desejar e, de certa forma, comprometeram o resultado no segundo jogo da semifinal.


Maira, a mais jovem da dupla de ponteiras, teve uma atuação mais importante no ataque e menos prejudicial do que a Amanda no passe. Já a Dani Lins está, desde a seleção, bastante burocrática quando tem a recepção a seu favor. E, nos momentos em que não a teve, no jogo de sábado, pecou na qualidade da bola da única atacante que virava, a Skow.
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